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Fábio Abreu descarta atuação de facção após motim na Custódia

Fábio Abreu descarta atuação de facção após motim na Custódia

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O secretário de Segurança Pública, Capitão Fábio Abreu, durante entrevista ao vivo no Agora da Rede 6666betg, falou sobre as ações desenvolvidas pela polícia após motim registrado na Casa de Custódia de Teresina e suposta ligação dos detentos com veículos incendiados nos últimos dias. Uma vistoria geral na manhã de hoje na Custódia,  do Grupamento de Repressão ao Crime Organizado (Greco), contou com cerca de 100 policiais e 50 agentes penitenciários.

O secretário descartou a participação de uma suposta facção que estaria por trás das ações criminosas. “Não há dúvidas de que nós vamos continuar investigando, então não vamos parar com essas prisões e nem investigações. Até o momento não há participação de nenhuma facção que venha a ter dado essa ordem com relação ao meio externo, ao presídio. As investigações, pode ter certeza, elas vão continuar, e nós vamos chegar até aquelas que realmente executaram a ação criminosa”, afirmou.

Conforme o secretário, foi emitido alerta para evitar novos casos. “O nosso planejamento, desenvolvido aqui no Estado, ele requer exatamente ações que vão continuar para que a gente tenha essa certeza de que não vai acontecer novamente. Então não tenha dúvidas de que o reforço do policiamento ostensivo, das equipes de Inteligência, vão continuar com o alerta e com acréscimo desse nesses horários e nesses locais. A nossa orientação é exatamente nesse sentido de continuar com ações de reforço. Nós vamos continuar reforçando o policiamento e investigando”, garantiu.

Sobre a transferência de 70 presos da Casa de Custódia [presídio que abriga o maior número de detentos no Piauí] para outras unidades prisionais, o secretário explicou que trata-se de uma medidapreventiva que visa evitar comunicação entre os presos. 

“Sim, qualquer medida administrativa dessa natureza tem como objetivo exatamente isso, porque um grupo de indivíduos que tem a possibilidade de comunicação com meio externo e tem a possibilidade de se unirem para se rebelarem, nós automaticamente, até como uma medida de ação, fizemos com que eles fossem separados uns dos outros e com isso conseguir êxito”, disse.

O delegado Carlos César, do Núcleo de Inteligência, informou que ficou comprovado que o comandado para esses crimes ocorrem via telefone. “Infelizmente, sim. A questão de celulares em presídios é um problema nacional e sei que existem tecnologias para barrar esse sinal, mas que são de altíssimo preço e que muitas vezes inviabilizam os estados a utilizarem. Estados com economia bem maior que o Piauí também não possuem esses bloqueados de sinal. Em razão disso, os celulares acabam entrando em presídios, seja através de corrupção, como tivemos caso recente em que um agente foi preso facilitando isso, seja através do simples fato de jogar por meio do muro ou visitas íntimas. Entra celular de todo jeito e que facilita comunicação entre quadrilhas”, afirmou.



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