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José Osmando

Coluna do jornalista José Osmando - Brasil em Pauta

O Brasil tem a chance de fazer de agosto um mês de boas notícias

Após uma sequência histórica de tragédias e golpes políticos, o Brasil tem a chance de quebrar o padrão de notícias ruins no mês de agosto

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Este agosto que está começando, pode ser um marco de boas novas para os brasileiros, trazendo conquistas significativas no campo da política, com reformas importantes sendo concluídas no Congresso e o país avançando na economia, retomando o desenvolvimento econômico, baixando juros, reaquecendo a indústria e o nível de emprego e renda, permitindo, assim, que mais e mais pessoas tenham acesso ao consumo. O Brasil merece muito esse novo ambiente de trabalho e convivência, depois de passar por outros “agostos” indesejáveis, vários no passado mais distante, outros em passado recente, todos impróprios de qualquer festa ou alegria.

A cena política brasileira é pontuada de marcas trágicas durante agosto, a ponto de ser conhecido, de modo pejorativo, numa rima triste, como “mês do desgosto”, ou “mês do cachorro louco”.

MORTE DE GETÚLIO

Mas não é para menos. Foi em 24 de agosto de 1954 que o presidente da República, Getúlio Vargas, tirou a própria vida, com um tiro no coração, em seu quarto, no Palácio do Catete, no Rio de Janeiro. Nesse mesmo mês e ano, no dia 5, ocorreu a tentativa de morte ao deputado Carlos Lacerda, que era o mais cruel símbolo da oposição a Getúlio, no episódio que ficou conhecido como atentado da Rua Tonelero, no qual foi morto o major Rubens Vaz, segurança de Lacerda.

RENÚNCIA DE JÂNIO QUADROS

Em 1961, sete meses anos a morte de Getúlio, também em agosto , o presidente Jânio Quadros renuncia à Presidência, levando o país a uma das mais graves crises políticas de sua história, que resultaria, 3 anos depois, no golpe militar de 1964, que impôs o Brasil a uma ditadura que levaria anos, com o fechamento do congresso, o fim de eleições e inúmeras mortes e prisões de adversários do regime.

MORTE DE JUSCELINO KUBITSCHEK

Em 22 de agosto de 1976, o ex-presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, um dos maiores expoentes políticos do Brasil, que criou e instalou Brasília como nova Capital da República, foi morto durante desastre automobilístico, a caminho do Rio, um episódio que até hoje é mantido sob graves suspeitas.

MORTE DE EDUARDO CAMPOS

Mais recentemente, em 13 de agosto de 2014, o ex-governador de Pernambuco, presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, que despontava como promissor candidato à Presidência da República por seu partido, foi morto num acidente com um jatinho particular em que viajava em direção ao litoral de Santos. Eduardo tinha 49 anos de idade e uma trajetória política notável. Seu avô, Miguel Arraes, que foi destacado líder de oposição ao regime militar, e também governou Pernambuco em dois mandatos, morrera em 5 de agosto de 2005.

GOLPE CONTRA DILMA

Para completar essa série de acontecimentos trágicos na vida política do Brasil, foi em 31 de agosto de 2016 que a Presidente Dilma Rousseff, com pouco mais de um ano de seu segundo mandato, sofreu golpe político, sendo afastada do cargo depois de passar por um impeachment na Câmara dos Deputados.

RETOMADA DO DESENVOLVIMENTO

Depois de relembrarmos todos esses acontecimentos nefastos à vida pública nacional, é de esperar-se que neste ano passamos ter, finalmente a retomada do desenvolvimento e o restabelecimento de uma convivência civilizada e harmônica, afastando todos os azares e malfeitos dos últimos tempos.

Chances para isso existem. Estão nas mãos dos deputados e senadores a conclusão da reforma tributária, do novo marco fiscal, as alterações do CARF, e decisões bastante esperadas pela população em torno da CPMI dos Atos Golpistas de 8 de janeiro, de conclusões no bojo da CPI sobre o escândalo das Lojas Americanas, e a votação final do PL das Fake News. Finalmente, uma das decisões mais importante para o encaminhamento da justiça social no país, com a tributação sobre as grandes fortunas, proposta que o governo vai encaminhar este mês e que prevê alcançar os integrantes dos chamados fundos exclusivos que detém em seu poder, sem qualquer tributação, algo em torno de 800 bilhões de reais.



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