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Coluna da jornalista Rany Veloso, direto de Brasília

Flávio Dino nega interferência de Lula na Polícia Federal

Ministro cruza a praça dos Três Poderes, mas antes apresenta dados de segurança, defende câmeras corporais em PMs e indica que caso Marielle Franco terá desfecho

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Por Rany Veloso

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, passa o cargo a Ricardo Lewandowski amanhã (1º), mas hoje (31) fez questão de apresentar dados positivos da Segurança Pública no Brasil depois de 13 meses frente à pasta do governo Lula 3. Dino apresentou uma redução de 4,17% de homicídio doloso, latrocínio e lesão corporal seguida de morte; redução de 79% no registro de novas armas, mas a letalidade policial em 2023 chegou a 6 mil mortos, por isso Dino defendeu o uso de câmeras corporais em policiais militares. Também negou qualquer pedido de investigação ou interferência de Lula pela Polícia Federal, uma vez que o ex-presidente Bolsonaro diz ser perseguido, e sobre o caso Marielle Franco disse que não crime "insolúvel". 

DINO NEGA INTERFERÊNCIA DE LULA NA POLÍCIA FEDERAL

"Mas eu afirmo cabalmente que nesses 13 meses o presidente da República não me pediu nada, nada. Nem para investigar, nem para deixar de investigar. Nenhum ministro de estado. Nenhum se dirigiu a mim para pedir qualquer coisa. Nunca houve interferência do governo na autonomia técnica da Polícia Federal".

DINO DEFENDE USO DE CÂMERAS CORPORAIS POR POLICIAIS MILITARES, MAS DEIXA DECISÃO NAS MÃOS DO NOVO MINISTRO

"As câmeras protegem os bons policiais, as câmeras ajudam a produzir boas provas para o julgamento dos juízes, por isso as câmeras trazem muitos dados positivos, houve um processo participativo que começou há oito meses atrás, os Estados foram ouvidos, houve audiência pública, houve consulta pública, o ministro Lewandowski vai encontrar no gabinete dele uma proposta de portaria já apreciada pela consultoria jurídica, tratando do assunto é claro que caberá a ele, a equipe dele avançar com isto"

CASO MARIELLE FRANCO: "NÃO EXISTE CRIME INSOLÚVEL, EXISTE MAL INVESTIGADO"

"E a única coisa que eu posso afirmar, não por conhecimento, mas como você disse, por experiência, é que esses passos resultarão na conclusão da investigação. Agora, em que termos cabe aos delegados que presidem o inquérito, cabe ao Ministério Público, que hoje atua muito fortemente, não existe crime insolúvel, existe crime mal investigado. Efta parece uma frase hollywoodiana de Netflix, não é, é experiência de 30 anos" 



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